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O espaço conta com duas esplanadas, uma virada para a rua e outra no beco ao lado, e um interior espaçoso com uma decoração boho minimalista. O responsável é João Gouveia que conta com a ajuda da chef Sílvia Santos na composição da carta, que inclui opções saudáveis, mas ricas em sabor. É no número 80 nos lotes A e B que agora duas lojas, separadas por uma entrada de prédio, oferecem à cidade um novo local recheado de produtos sustentáveis e com preocupações ambientais a serem os pilares de suporte da marca. Criado um dos ambientes mais femininos de Lisboa, Amélia selecciona a moda que melhor assenta no espaço, mistura-a com os seus acessórios e peças de design únicas.
A nossa carta propõe uma viagem gastronómica onde Portugal e Índia se encontram à mesa.
É isso o Pica-Pau, um restaurante que bebeu das receitas de Maria de Lourdes Modesto, em pleno Príncipe Real e com restaurantes princepe real Luís Gaspar, da Sala de Corte, aos comandos. Stracciatella e Morango são dos sabores mais pedidos, mas a carta é variada e promete mudar a oferta com regularidade. A loja é o quinto espaço da família Rivolta, que tem como lema “Privilegiar a excelência do produto e a satisfação do cliente”. Este é o primeiro espaço fora do Brasil, onde já existem oito, e traz o mesmo conceito que por lá vinga há 44 anos – uma livraria de bairro com uma curadoria literária única e programação cultural a condizer.
Arganil – o que fazer, onde comer, onde dormir
O restaurante é despretensioso e simples, mas quem aqui vem, vem para comer bem. Para picar, há entradas gulosas como as almôndegas. A carta de cocktails é grande e tem sugestões fora da caixa como o popping lolo, com gin, licor de flor de sabugueiro e peta zetas. Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família.
Dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros
O outro prato da carta é o Ramen de Vaca, este sim mais próximo daquilo a que estamos habituados. Tudo para misturar, porque o molho da carne envolve o arroz e a cebola dá o factor crocante ao prato, e é esta mistura de sabores que nos mostra que mesmo as coisas mais simples se podem transformar em pratos deliciosos. Ainda não tínhamos acabado a primeira TsingTao e já estavam a chegar à mesa os dois pratos principais que pedimos, sendo que só não experimentámos o ramen – Verão, calor, preconceitos. – o que dá a esta entrada quase um toque de sobremesa, o que é simplesmente fantástico! Sim, a comida e outros pequenos pormenores, como os minúsculos gatos de louça de servem de base para os pauzinhos (infelizmente de metal…) ou o formato da sobremesa que pedimos – mas já lá vamos.
É complicado definir a cozinha de Taiwan, porque por lá passou muita gente e há muita política à mistura. Se for numa refeição vagarosa, não ignore as entradas. A Time Out na sua caixa de entrada
O café de especialidade é uma aposta, mas também a comida simples e saudável, cheia de cor e sem grandes invenções. A comida mantém os princípios da partilha e as referências de várias partes do mundo. Abriu há seis anos, mas têm sido várias as mudanças na cozinha desde então. Seja na casa original, na esquina da Dom Pedro V com a Rua d’O Século, seja na porta acima, a Tascardoso é lugar seguro para comer uma diária sem ter de deixar a carteira. É caso para dizer que a pandemia veio dar uma nova vida à Tascardoso, que ganhou uma esplanada generosa e bem concorrida – até então tudo o que tinha era quatro mesas à porta.
As notícias das 11h
- O primeiro impacto, assim que se entra no espaço, é o mapa que traça a descoberta do Brasil pela Companhia das Índias, obra do artista João Louro e que representou Portugal na Bienal de Veneza.
- Portanto pensámos dois pratos, um de carne e outro de peixe, para encher a mesa, para duas ou quatro pessoas”, diz Agnes.
- O primeiro restaurante Vicio em Portugal abre esta segunda-feira, dia 22 de dezembro, no Príncipe Real, em Lisboa, pelas mãos do grupo Plateform grupo de restauração que detém outras marcas como Vitaminas, Wok to Walk ou Honest Greens, num total de 29 marcas e 152 restaurantes.
- Depois há o pátio, o ex-líbris do espaço, com um canto verde a fazer lembrar o Jardim Botânico ali do lado e mais 30 lugares.
- Já os Old Timers recuperam duas opções clássicas em restaurantes japoneses, a sopa misoshiru (1,75€) e um trio de gyozas (3,75€).
A fórmula mágica para não disparar a conta é dividir um tapisco e uns ovos, rachar um dos pratos das brasas ou dos tachos e finalizar com uma sobremesa. Não só tem um balcão em nome próprio no Time Out Market, como é o homem ao leme deste Tapisco, onde casa tapas e petiscos. Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais. A melhor forma de fazer esta viagem é mesmo pedir um combinado (há para uma, duas ou quatro pessoas). Para comer, não faltam os pratos de ovos, as torradas de abacate ou salmão fumado, açaí, croissants e granola.
Da mesa para a boca
Mas merece a atenção que está a começar a ter, sem dúvida. Perfeito para terminar um almoço que foi das melhores surpresas que tivemos este ano. E, acima de tudo, vai reforçando várias vezes que querem dar uma experiência genuína a quem entra pela porta do Formosa, uma experiência gastronómica que faça com que as pessoas percebam as diferenças entre a comida taiwanesa e a chinesa.
E é ela também a responsável por cada nova criação artesanal da casa, feitos com o melhor do chocolate com 70% a 100% de cacau proveniente de países como a Bolívia, a República Dominicana e a Venezuela. Um novo cantinho a abrir, um novo prato para provar, um novo cocktail para beber, enfim, um leque de novidades e clássicos que se vão encontrando numa das principais ruas do Príncipe Real – a Rua da Escola Politécnica. A receber-nos está a argentina Noelia Fuda que, a par do marido Emanuel Diaz, é a responsável por este espaço castiço que nos apresenta a gastronomia do país de Diego Maradona, Che Guevara e Jorge Luis Borges. A cada fim-de-semana, o chef irá surpreender os convidados com receitas diferentes. Num décimo andar, junto à Avenida da Liberdade, durante o Verão, os sábados e domingos começam à mesa, com um buffet de comida mediterrânica desenvolvido pelo chef. Sidnei González e Jorge Abreu quiseram trazer o estilo de vida carioca para Lisboa através da cultura e da cozinha.
Para gerir a cozinha trouxeram o chef, também ele argentino, Diego Giganti, que já passou por restaurantes estrelados em França e Espanha, como o Girassol, em Alicante. O Sumaya, que abre a 14 de setembro, é um restaurante de comida libanesa e pertence ao grupo Atalho, que conta já com três restaurantes em Lisboa e todos eles a ter a carne como ingrediente principal dos pratos. A cadeia de restaurantes de comida saudável Honest Greens inaugurou, em Dezembro de 2023, o seu sétimo espaço, na Calçada Patriarcal, Príncipe Real. Têm então uma parte de snacks, para pedir no bar no lobby do restaurante e comer nas mesas altas, ou como entrada, sentado à frente do chef na cozinha aberta ou na esplanada interior luminosa, qual oásis no meio do restaurante. Há um novo restaurante no Príncipe Real que serve comida internacional e é um três em um, com zona de bar, cozinha aberta com balcão para comer à frente do chef, e esplanada interior.
Tem 29 anos e já passou por vários espaços em Portugal, como o Claro, do chef Vítor Claro, o Tágide e o Fortaleza do Guincho. “Quisemos transformar os mais possível os pratos, para não os tornar tão pesados”, explica à NiT Mateus Freire, o chef do novo Faz Frio. Encontram-se na carta com os pratos do dia e são sugestões que ficam também disponíveis aos jantares. A cozinha e as casas de banho estavam muito degradadas. Tirou gestão hoteleira, viajou pelo mundo e trabalhou em vários restaurantes, sempre no serviço de mesa.
Restaurantes para um Jantar Romântico
Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora. Quando passa à porta, são os sons da bossa nova e do jazz que convidam turistas e vizinhança a parar para fazer a merecida pausa entre o trabalho e o regresso a casa. É um dos primeiros oyster bars da cidade, com ostras frescas a acompanhar na perfeição os cocktails da carta. Uma das melhores coisas do Coyo Taco é ficar na rua a beber margaritas e a ver as pessoas passar.